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‘Namorada’ da filha da Gretchen diz que é evangélica

thammy miranda

Thammy Miranda, filha da Gretchen, está ‘namorando’ uma paulista chamada Nilceia Oliveira, há sete meses, como conta a coluna ‘Retratos da Vida’, do jornal ‘Extra’ desta segunda-feira (6).

Nilceia, que se diz evangélica, está com Thammy desde 27 de março, segundo as redes sociais da moça. (Com informações de Yahoo).

COMENTÁRIO:

Quando gays aparecem trocando de ‘namorados’ e ‘namoradas’ a imprensa pouco importa em procurar saber a religião deles, mas quando refere-se a cristãos, de imediato fazem a notícia virar manchete.

O título da matéria no Jornal Extra (das Organizações Globo) “Thammy Miranda está namorando há 7 meses paulistana evangélica“, mostra claramente o sensacionalismo provocativo, pois no interior da matéria não afirma que ela é evangélica, mas diz: “Nilceia, que se diz evangélica”.

E ainda tem gente que acredita que a Globo está virando Globospel.

>>> Sob a ‘bênção’ evangélica a Globo vai impulsionando a agenda gay (este artigo foi escrito em 2012, mas retrata justamente o que vem ocorrendo hoje) …. Clique Aqui.

A Globo é mais sagaz do que se imagina. Muito mais.

Vejamos a parábola do sapo e do escorpião. A situação em que estamos é idêntica.

“Um escorpião se aproximou de um sapo que estava à beira de um rio.

E fez um pedido.

“Amigo Sapo, você poderia me levar ao outro lado do rio?”

O sapo respondeu:

“Nem pensar!

Não sou idiota!

Você vai me picar e eu vou morrer.”

O escorpião argumentou:

“Isso não faz sentido.

Se eu agir dessa maneira nós dois vamos morrer!”

O sapo pensou e acabou concordando com a lógica apresentada.

Assim, com o escorpião nas costas, começou a atravessar as águas.

No meio do rio o escorpião cravou seu ferrão no sapo.

Atingido pelo veneno, já chegando à margem do rio, moribundo, o sapo voltou-se para o escorpião e perguntou:

“Por que?”

O companheiro disparou.

“Porque eu sou um escorpião e essa é a minha natureza!”.

Certamente o escorpião pulou em um galho próximo à margem e se salvou, enquanto o pobre sapo se afundava, envenenado, a caminho da morte”.

>>> Gay enrustido de novela da Globo está sendo chamado de Felixciano

Para não perder a audiência e não morrer afogada no rio da concorrência e diante do aumento do número de evangélicos no Brasil, a Globo está agindo como escorpião, pedindo ao sapo (telespectadores evangélicos, numa linguagem figurada) que lhe ajudem.

E ela está fazendo isto de maneira bem sagaz, inclusive oferecendo migalhas aos evangélicos, como é o caso da próxima novela da Globo: “Amor à Vida”, onde terá uma personagem evangélica e vai fazer apologia aos gays enrustidos.

Resta saber qual será a hora da picada fatal.

Evangélico vai desfilar de ‘Zé Pelintra’ em escola de samba no RJ

carnaval

 

Jovem não vê nada de mais em interpretar uma entidade da umbanda

O ator e dançarino Vinícius Villiger vai interpretar a entidade da umbanda denominada “Zé Pelintra” durante o desfile da escola de samba Portela no Carnaval Carioca. Vinícius diz ser evangélico e faz parte do grupo de religiosos que não enxerga mais a festa brasileira como algo que fere os princípios da fé cristã.

“Sou evangélico, frequento minha igreja, tenho minha fé. Mas não vou confundir as coisas”, disse ele segundo o site do jornalista Sidney Rezende.

O que mais chama a atenção é que um evangélico estará representado uma entidade da umbanda que é considerado o padroeiro do Mercadão de Madureira, como a escola vai destacar. “Li a pesquisa feita pelo Valci sobre o tema. Quero fazer um trabalho de composição de personagem. Para mim, é um desafio artístico como qualquer outro!”

O ator confessa que está enxergando este desafio como um trabalho como outros que já precisou exercer e que não há conotação religiosa para ele. “É meu trabalho. Não tem conotação religiosa pra mim. Não muda o que eu creio. Estou preocupado com o desafio, não com essa discussão”.

Fonte: Gospel Prime, com adaptações de Holofote.Net

COMENTÁRIO:

Evangélica do RJ concorre ao prêmio ‘Faz a Diferença’ por ter dado abrigo a uma muçulmana

professora

 

A professora Elida Hederick Vieira abrigou em sua casa a nigerina Hadijatou Anadou, que tinha sido furtada e perdeu passaporte e dinheiro durante a Conferência da ONU Rio +20.

Vereadora mais votada da história da Bahia é evangélica

tia eron

A caminho do quarto mandato Tia Eron possui mais de 8000 proposições 

Eronildes Vasconcellos, Tia Eron como é conhecida devido o seu trabalho como Tia na EBI (Escola Bíblica Infantil) da Igreja Universal do Reino de Deus, consagrou-se como a vereadora mais votada da Bahia em todos os pleitos de vereança na história do estado.

NEÓFITA: Ex-funkeira Perlla prega em igreja evangélica no Rio

Perlla

 A ex-cantora de funk Perlla  está se dedicando cada vez mais à vida religiosa. Neste último fim de semana, a ex-funkeira foi até Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, para cantar e pregar em uma igreja evangélica. Sem dar muitos detalhes, ela postou fotos do culto em seu perfil no Instagram: “Ministrando hoje em campo grande”, postou.

Perlla faz parte do cast da Central Gospel Music.

Com informações de Extra e Verdade Gospel

COMENTÁRIO:

Mídia ‘lincha’ professora evangélica que levava consolo de Cristo aos alunos

bullyng

Diante da parcialidade escabrosa da imprensa de norte a sul do Brasil contra uma professora evangélica, que falava do consolo de Cristo aos alunos, e acabou sendo acusada de provocar  bullying contra um aluno, rapaz de 15 anos, que segue uma religião afro-brasileira, sugere-se a reflexão dos fatos feita pelo cristão Julio Severo.

Clique aqui e leia o artigo completo. Aos poucos, sutilmente, sem que ninguém perceba, os cristãos vão sendo acuados em todas as áreas profissionais.

População Evangélica do México cresce 72% em 10 anos

mexico

Em homenagem aos irmãos mexicanos leitores do Blog Olhar Cristão, procedi uma pesquisa nas páginas do INEGI-  Instituto Nacional de Estadística y Geografía, similar mexicano do nosso IBGE, em busca de dados sobre religião nos censos de 2000 e 2010. Trabalho semelhante ao que venho fazendo e publicando no Brasil desde 2009.

Com base em dados publicados pelo Instituto Mexicano elaborei uma tabela para transformar dados em informações. Informações inéditas transformadas em notícia de primeira mão, provando que blogueiros cristãos também podem produzir notícias em vez de apenas reverberá-las.

A primeira informação produzida com base nos números da tabela:  Em relação a participação total,  a população católica caiu 5 pontos porcentuais em 10 anos (2000 a 2010) -  de  89,08%  para 84,21%.  Em termos quantitativos  cresceu 12,87%; de  74,6  para 84,2 milhões de fiéis. Menos que o crescimento total da população, de  15,24%.

Segunda informação: No mesmo período, a população protestante/evangélica avançou  2,42%.  De 5,26% para  7,68% de participação na população pesquisada.  Em termos quantitativos cresceu 72,19%. Quase que dobrou: De  4,4  para 7,6 milhões de crentes.

Terceira: Números  muito semelhantes aos do Brasil da década 1971 – 1980 , quando saímos de 4,8 para 7,8 milhões de crentes.  Numa análise ingênua dos números, o México evangélico está 30 anos atrás em relação ao Brasil. A diferença é que enquanto crescemos  1,46% na década de 70 no Brasil, o México avançou  quase o dobro: 2,42%.

Quarta: O seguimento dos “Bíblicos Não Evangélicos” (Mormons, Adventistas, Testemunhas de Jeová) representam 2,35% da população mexicana em 2010.  Protestantes/Evangélicos e Bíblicos não Evangélicos representam 10,04%.

Quinta: Com base nestes números, e a semelhança do que aconteceu nas últimas três décadas no Brasil, posso fazer a seguinte projeção: Entre 2011 – 2020 a população protestante/evangélica pode dobrar outra vez no México, crescendo dos atuais 7,6 para 15 milhões de crentes. De 7,68 para 11,6%.  Os católicos devem continuar caindo, de 84,21% para 72,4%.

Por fim, o fenômeno do crescimento  evangélico (de maioria pentecostal) no México, como em toda  América Latina é irreversível, pois  o esforço de evangelização e a descentralização da Igreja evangélica são bem mais eficientes e efetivos do que a perfórmance da Igreja Católica Romana.

Publicado originalmente para Blog Olhar Cristão (Autoria: João Cruzué)

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Evangélica participante do BBB 12 é eliminada

bbb

A estudante de zootecnia Jakeline, que é evangélica, foi a segunda eliminada do BBB 12, na noite desta terça-feira (24/01), com 50,47% dos votos no paredão. O apresentador Pedro Bial anunciou que a votação ultrapassou a marca de 47 milhões de ligações telefônicas.

A atuação da participante  no programa Big Brother Brasil 12, da Globo, não vinha agradando. Dias atrás, muitos internautas chegaram a fazer um campanha pelo Twitter, pedindo a eliminação da baiana.

A participação de evangélicas no BBB tem gerado inúmeras críticas no meio cristão, por ser imoral, anti-ético e promíscuo. Inúmeros líderes evangélicos tem pedido para que o programa da Globo não seja assistido. Há gente que acredita ter sido essa, uma estratégia da Rede Globo, com o objetivo de agradar o segmento, uma vez que a emissora foi vista por décadas como  inimiga dos evangélicos e agora vem tentando ganhar a confiança dos mesmos.

‘Comportadas’, grifes evangélicas lucram com público segmentado

moda evangélica

Peças ‘direcionadas’ evitam decotes, transparências e saias curtas. ’É preciso conhecer o público alvo’, aconselha especialista.

Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.

“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.

Fabrício Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, que, no início, vendia apenas ‘modinha’ (Foto: Anay Cury/G1)

Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.

“A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (…) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.
Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.

Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.

“A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.

A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. “Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos”, conta.

Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante”.

Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.

“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.

Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes. “A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.

Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.

“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.

Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).

Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.

Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido e para a irmã. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.

Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.
Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.

Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.

Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).

“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”

Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.

BBB 12: campanha no Twitter pede eliminação de evangélica

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A atuação da participante evangélica Jakeline Leal,  no programa Big Brother Brasil 12, da Globo, não vem agradando. Pelo twitter muitos internautas começaram uma campanha ontem (11/jan), pedindo a eliminação da baiana. A hashtag #forajakeline ganhou destaque no microblog e chegou a ser um dos dez assuntos mais comentados no Twitter.

Palavras como patética, anta, chata, mala, vaca e mulherzinha irritante, eram comuns ontem entre os usuários do microblog, ao referirem-se à Jakeline.

Um usuário da rede social postou: “Gente, a ANTA ta chorando e gritando “EU QUERO MINHA MÃÃÃÃÃE” #ForaJakeline”.

Outro internauta escreveu: “Jakeline é retardada,Ela acha que é disputa ‘quem dorme primeiro’ ¬¬ #ForaJakeline”.

A participação de evangélicas no BBB tem gerado inúmeras críticas no meio cristão. Há gente que acredita ter sido essa, uma estratégia da Rede Globo, com o objetivo de agradar o segmento, uma vez que a emissora foi vista por décadas como  inimiga dos evangélicos e agora vem tentando ganhar a confiança dos mesmos.

Para o pastor Rubens Teixeira da Assembleia de Deus, este tipo de programa não é um lugar adequado  para cristãos que prezam os ensinamentos de Jesus Cristo. Em um vídeo postado no Youtube, o pastor opina: “eu acharia interessante que houvesse a preocupação, com relação à religião de cada um dos participantes, se fosse um programa de interesse religioso e que contemplasse representante de várias religiões. Além disso, qual seria a religião dos outros participantes? É relevante saber?”