O casamento gay foi legalizado no Brasil (vários pastores e padres do Rio tem participação nisto)

Atualizado em 13 de maio de 2013

Antes de mais nada, e jogando água na euforia dos ativistas gays, faz-se necessário que o Congresso Nacional aprove uma lei para que as decisões do STF tenham plena eficácia. Ressalta-se que a maioria da sociedade brasileira discorda do ‘casamento” homoerótico.

Por que parcela da culpa cai sobre líderes religiosos do Rio de Janeiro?

O ‘casamento’ gay  foi aprovado por unanimidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Os dos dez ministros escalados para o julgamento posicionaram-se a favor da extensão do direito. A decisão tem efeito vinculante e alcança todos ‘casais’ gays Brasil afora. E aproveitando a ação do STF, os ativistas gays querem  aproveitar e pressionar o Senado  a aprovar a PL 122/2006 (lei da ‘homofobia’).

>>> GLOBO retira do ar enquete sobre ‘casamento’ gay. NÃO estava vencendo o SIM

Agora é real, não há mais como negar. No Brasil há dois tipos de família, a  heterossexual (formada por um homem e uma mulher) e a nova família (formada por dois homens ou por duas mulheres). Tudo isto, graças ao governador do RJ, Sérgio Cabral, autor de uma das duas ações propostas ao STF, em 2008.

>>> Mais uma lei do ‘privilégio gay’ e o silêncio dos deputados cristãos (Atualizado em 13/05/2013)

Não adianta chorar,  espernear, gritar. Já está decidido. E diante desta realidade, resta-nos clamarmos a misericórdia de Deus.

Onde está a culpa dos pastores e padres do Rio de Janeiro?

 

Restrospectiva

Ano de 2003 

O então senador Sérgio Cabral entrou com a Proposta de Emenda A Constituição  (PEC) Nº 70, visando alterar o parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição Federal, para permitir a união estável entre casais homossexuais, mas não foi logo aprovada.

 

Ano de 2006

O senador Cabral foi lançado candidato ao governo do Rio, apoiado por seus aliados políticos Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho e uma multidão de pastores de todas as denominações e emissoras de rádios evangélicas e padres católicos de diversas paróquias.

19qzaRecordo-me que um determinado dia, num debate na emissora de FM evangélica mais ouvida do Rio, pastores e políticos pró-Cabral, na ânsia de tentarem fazer Cabral vencer no primeiro turno,  só faltavam dizer que o senador  tinha se convertido ao evangelho.

Num dado momento do debate, alguém (ouvinte?) falou aos pastores que eles estavam apoiando Cabral, mas este era autor de uma PEC sobre ‘casamento’ gay. UMA BOMBA em pleno ar, no pico da audiência. De imediato um dos debatedores disse: ‘ele (Cabral) disse que mandou arquivar a PEC’ e logo, logo fizeram de tudo para ser livrar daquele ‘abacaxi’, entrando em outro assunto.    Ressalta-se que nenhum pastor mostrou-se surpreso com a notícia, pois eles já sabiam da existência da PEC, apenas estavam se omitindo, pois queriam a vitória de Cabral a qualquer custo.