Jornal Extra (RJ) e a matéria “Intolerância Religiosa” (Parte II)

Posted In Notícias - By Holofote.Net On terça-feira, janeiro 27th, 2009 With 6 Comments

por PAULO TEIXEIRA

O Jornal Extra (RJ), das Organizações Globo, vem fazendo uma sequência de matérias sobre Intolerância Religiosa, porém o jornal somente focaliza, como vítimas, os adeptos dos grupos religiosos, cujos rituais são oriundos da África.

Na edição de hoje (26 Jan) a manchete de capa é “Guerra de religiões: queixas na polícia crescem 400%“. O jornal dedica uma página inteira, relatando supostas perseguições ocorridas a adeptos das religiões oriundas do continente africano, por parte de grupos evangélicos. Uma minúscula matéria, com poucas linhas, fala que a Comunidade Judaica foi a primeira a sofrer preconceito (o jornal só não diz quem a perseguiu). A edição, inclusive, faz apologia às religiões afro-brasileiras, mostrando, em detalhes, como funciona a casa de ‘santo’ e seus rituais.

Não é de hoje que este Jornal carioca vem agindo de maneira irresponsável com matérias maléficas, recheadas de insinuações. Basta ler a matéria: “Tráfico no Rio de Janeiro proíbe manifestação de umbanda e candomblé e explusam donos de terreiros dos morros“. O teor tendencial deste artigo levou o Pastor Silas Malafaia, em seu programa Vitória em Cristo, a desafiar os autores da matéria a provarem o que escreveram.

Em nome da liberdade de imprensa não se pode agir com tamanha parcialidade, sensacionalismo e discriminação camuflada. Isto é falta de ética jornalística. É um desserviço à sociedade.

É preciso que as autoridades estejam atentas à questão. No Brasil há liberdade de culto e é inaceitável que um veículo de comunicação sugira continuamente que haja aqui uma guerra de religiões. É reprovável que insista nesta questão, pois a repetição continuada acaba por induzir a sociedade contra os evangélicos. Esta incitação jornalística pode trazer prejuízos enormes à nossa democracia.

Os meios de comunicação não estão acima da lei e seus responsáveis podem ser punidos, conforme estabelece a Lei 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989, em seu art. 20: “Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional“.

§ 2º Se qualquer dos crimes previstos no caput é cometido por intermédio dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza:

Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.

Quantas vezes o a igreja evangélica é achincalhada pelas novelas, mini-séries e programas humorísticos feitos pela Rede Globo de Televisão? (E isto há anos).

É bom saber que os evangélicos são os mais vilipendiados pela mídia brasileira e isto o jornal não cita.

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Displaying 6 Comments
Have Your Say

  1. marco antonio badaró athayde disse:

    Alem de “Buscador” Sou Livre Pensador !
    E na minha optica, ou do muro que eu estou sentado, o meu alcance visual, me mostra , quanto controversia, quantos chutes na Trave , Acontecem neste Jôgo Religioso, onde varios Times, Disputam o Campeonato, de Uma Maneira totalmente antagonica, aos ensinamentos da Grande Vitima do povo Judeu, que Na tentativa de Salvar a Galera,foi agredido, e terminou cruxificado .

  2. Fernando disse:

    O correto é que á discussão fique no nível das palavras. Não é por força e nem por violencia mais pelo Espirito de Deus. Tenho á certeza que se evangerlizarmos com sabedoria e amor sem ofender. O Espirito Santo se encarregará do resto segundo á vontade de Deus. Deus diz: A minha palavra não volta vazia, mais faz o que me apraz. Não tenhamos medo mais digamos á todos que Jesus Cristo é o Senhor e Salvador. Ele não é uma religião mais uma pessoa. Todo que por á sua esperança nele não será jamais confundido. Portanto Jesus disse: Ide e pregai o evangelho á toda criatura, aquele que crer será salvo, mais quem não crer será condenado. Então preguemos á palavra sómente e vivamos de acordo com ela e se mesmo assim a pessoa não crer abrimos mão dela e á deixamos pois já esta condenada se permanecer na incredulidade.

  3. Marcia Fernandes disse:

    A Cia TROPPA de FANTOCHES em CENA que trabalha c/ contos populares, bonecos e músicas inéditas se apresenta em Junho p/ você. CONFIRA!!! ENTRADA FRANCA!!!

    ‘O JARDIM DOS SONHOS’

    Em ‘O Jardim dos Sonhos’, a autora brinca c/ ficção e realidade para contar a história de Roberto antes dos 04 anos até o retorno dele da Alemanha em 1929. Durante o contar Marcia apresenta dois contos populares que não interferem na histórias real da vida do paisagista.
    Como se trata de história p/ crianças penso que o importante é mostrar a paixão de Roberto Burle Marx pelas plantas em sua fase infantil e adolescente. O depois é divulgado com intensidade.
    Marcia Fernandes interpreta uma contadora de histórias que divaga apaixonada sobre o amor que Burle Marx tinha pela natureza. Já Bruno Scantamburlo faz o músico impaciente que a todo tempo pontua, a impaciência terminando as frases dela ou perguntando se já está na hora de cantar. Com muita graça eles vão desenvolvendo o texto que trata da infância e adolescência seus causos e curiosidades.
    Texto e concepção: Marcia Fernandes
    Direção: Cia TROPPA de FANTOCHES em CENA
    Pesquisa: Marcia Fernandes
    Letra e música: Marcia Fernandes.
    Arranjo musical e trilha sonora: Bruno Scantamburlo
    Figurino: Cia TROPPA de FANTOCHES em CENA
    Adereços e bonecos: Marcia Fernandes
    Confecção: Marcia Fernandes e Bruno Scantamburlo
    Fotos: Noélia Albuquerque
    Elenco: Marcia Fernandes e Bruno Scantamburlo

    DIAS
    11 /06 SESC Tijuca 11h – Rua Barão de Mesquita, 539.
    13 /06 SESC Madureira 16h – Rua Ewbanck da Câmara, 90
    20 /06 SESC Madureira 16h
    27 /06 SESC Madureira 16h

    AVENTURAS DE MALASARTES
    Pedro Malasartes é um personagem da tradição oral que vinga sua gente injustiçada com esperteza e muito bom humor.
    19 /06 Museu João e Maria 18h – Av. Mal. Floriano 19 – Centro – S/L.

    PINGULINHA.
    É uma histórias de ficção, na qual uma menina apaixonada pelo mar, pega um barco e parte para conhecer seus mistérios, até que dorme, em alto mar, e é capturada por um peixe que acredita no seqüestro para forçar os humanos a não poluírem mais seu habitat. Sendo assim a menina passa por aventuras que nunca imaginou.
    28 /06 SESC Tijuca

    Se for possivel a divulgação, favor nos enviar a data p/ q possamos tê-la.
    Grata
    ______
    Marcia Fernandes
    21 9788*0307
    21 2458*9343

  4. MARIVALDO. disse:

    A PAZ DO SENHOR JESUS.

    OLHA , O PRÓPIO JESUS DISSE : EIS QUE ESTOU A PORTA E BATO , SE ABRIRES , ENTRAREI , E CEAREI CONTIGO. ISTO QUER DIZER , JESUS É AMOR, NÃO OBRIGA NINGUÉM A SEGUIR O SEU CAMINHO. ISTO CHAMA-SE ( LIVRE ARBÍTREO ). CONCORDO PLENAMENTE COM O MEU IRMÃO RAFAEL.
    JESUS VEIO PARA TODOS. SE ALGUÉM SEGUE UMA RELIGIÃO, CUJA , NÃO EVIDENCIA O SENHOR JESUS, COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR DA HUMANIDADE, ENTÃO ISTO É COM ELE E DEUS. NINGÚEM CONVERTE NINGUÉM.

  5. Felipe Marins disse:

    Então cabe a nós denunciarmos isso, lutarmos e não só escrever sobre. Todo blog é um veículo formador de opnião. Logo essa ferramenta pode e deve ser usada para unirmos forças e irmos contra essas entidades que insistem em denegrir a imagem da Igreja Evangélica.

  6. Rafael disse:

    Eu li a matéria e gostaria de dizer, desde logo, que sou cristão. Não concordo muito com o que está escrito no seu tópico.

    A matéria do Extra apenas se restringe a relatar a violência que os praticantes do candomblé estão sofrendo. De fato, embora haja preconceito com evangélicos, o fato é que nunca vi nenhum caso de violência contra igrejas evangélicas, tal como ocorreu no caso do Centro Espírita do Catete e de alguns terreiros citados pela matéria. Os candomblecistas estão sofrendo muitos constrangimentos, e isso tem que ser denunciado.

    Isso não quer dizer que os evangélicos sejam culpados de tudo, é lógico que não. Mas, o fato é que alguns pastores de algumas igrejas (não quero generalizar nem um pouco) têm, sim, incitado uma certa animosidade entre as religiões. E é isso que tem que ser corrigido.

    De igual forma, é errado uma professora expulsar um aluno da sala dizendo que ele é “filho do capeta”. Isso é o fim da picada. As pessoas têm que refletir muito bem para que vejamos a forma como estamos tratando os outros. Cristo jamais teria uma atitude dessas, ele era o Deus do Perdão e da Misericórdia.

    Embora não concorde com o culto do candomblé, deve-se permitir que as pessoas sigam a religião que escolherem, da forma como escolhem. Não podemos forçar ninguém a seguir nosso culto. É isso que eu acho.

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