Contra o KIT GAY, Frente Parlamentar Evangélica vai obstruir as sessões da Câmara dos Deputados

Frente Evangélica quer audiência com Dilma para falar contra o Kit Gay do MEC

O presidente da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara dos Deputados, deputado João Campos (PSDB/GO) informou em seu Twitter, na madrugada desta quarta-feira (18/mai) que os deputados da Frente Parlamentar Evangélica vão propor a obstruição de todos os trabalhos nas sessões legislativas da Câmara dos Deputados, até que o Ministério da Educação determine a não distribuição do KIT GAY, produzido pelo MEC em parceria com uma ONG gay, a ser distribuído no segundo semestre de 2011 para crianças de 6000 escolas públicas brasileiras.

O Kit Gay foi denunciado em dezembro de 2010 pelo deputado federal católico do Rio de Janeiro – Jair Bolsonaro (PP/RJ) e muita gente não levou fé. Talvez por pensar que era extremismo do deputado, às vésperas das festas de fim de ano.

O custo para a produção do kit-homossexualismo foi de R$ 11 milhões  dos cofres públicos e é composto de DVD e cartilhas para as crianças.

Em um dos DVD conta a históriade “um menino chamado Ricardo de 9 anos entra no banheiro da escola e, observa seu coleguinha fazendo xixi,ele se sente atraido pelo coleguinha e declara seu amor por ele. Na sala de aula, a tia o chama pelo nome, Ricardo, mas ele retruca, meu nome é BIANCA. No final estimula as crianças a assumirem sua identidade homossexual, e, a cartilha afirma que esta é uma atitude correta a ser tomada dentro de sala de aula.”

Vejamos um pequeno extrato (com algumas inserções deste Blog) do que escreveu o jornalista Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, ontem, sobre o assunto, em seu artigo: As Barbies lésbicas e os dois Kens na banheira. Ou: Professor de “homocultura” quer “desnaturalizar a heterossexualidade” e revela real objetivo do “kit gay” nas escolas